Monte das Oliveiras: DOMINUS FLEVIT e NECRÓPOLIS


À meia subida do Monte das Oliveiras, localiza-se a pequenina capela em forma de lágrima que marca o local e o momento em que Jesus contempla Jerusalém e a beleza do segundo Templo e chora por seus habitantes ao prever a destruição futura e a diáspora do povo judeu (Dominus Flevit = Mestre Chorou). Peregrinos de muitas nações reunem-se nesse local desde o final do século XIII.

A vista do local é maravilhosa. Pode-se ver a cidade velha, Monte Sião, parte do Vale de Cedron e do próprio Monte das Oliveiras. Apesar do magnífico templo não mais existir, dá pra entender a tristeza sentida por Jesus ao contrastar a beleza do panorama da ocasião com o que ele ja sabia que iria acontecer.

Quando se aproximou e viu a cidade, Jesus chorou sobre ela e disse: "Se você compreendesse neste dia, sim, você também, o que traz a paz! Mas agora isso está oculto aos seus olhos. Virão dias em que os seus inimigos construirão trincheiras contra você, e a rodearão e a cercarão de todos os lados. Também a lançarão por terra, você e os seus filhos. Não deixarão pedra sobre pedra, porque você não reconheceu o tempo em que Deus a visitaria". Lucas 19:41-44

Com uma vista espetacular da Cidade Velha de Jerusalém, a atual igreja foi projetado pelo arquiteto Antonio Barluzzi, em 1956 sobre os restos do antigo mosteiro bizantino. Há também no local evidencias de uma Madrasah turca (séc, XVI).

No mesmo terreno pode-se ver parte de uma necrópolis com tumbas típicas do período cananeu (séculos XIV a XVI a.C.), sepulturas judaicas da época de Jesus (século I a.C. ao primeiro século d.C.), bem como sepulturas dos séculos II e III d.C. e bizantinas juntamente com um mosteiro árabo-bizantino (séculos V a VIII d.C.).

Muitos sarcófagos e ossários foram encontrados nos túmulos de judeus, alguns deles contêm legendas e ícones, e podem indicar a fonte de judaico-cristã.

1. Mosteiro bizantino.

2. Cemitério judaico.

3. Tumba em que foi encontrado um ossário com o monograma de Constantino.

4. Tumba em que havia 16 siclos de prata (moedas) cunhadas durante a revolta de 68-70 d.C.

Horário de funcionamento Dominus Flevit

8:00-11:45 ⎪ 14:30-17:00

A propriedade da entidade franciscana Custódia da Terra Santa ainda oferece um local cercado por oliveiras, romãzeira, videiras e pinheiros para os grupos se reunirem.

Dr. Felipe Silva,

Cirurgião-dentista no COP Campinas,

É amigo e viaja com Renova Turismo.

"Dr. Felipe considera que a terra de Israel foi agraciada pelo sobrenatural, pelo natural e pelo humano; é sem-segundo quando se trata de paisagens, história, religião e cultura; e oferece todos esses ingredientes àquele que a descreve, em um caldeirão que vem sido mexido e temperado há milênios por mãos humanas e divinas. Para ele, Israel é uma musa de inspiração que convida à sua contemplação e profusa tradução artística. Ele aceitou o convite."

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